Pelas ruas
arquivado em aconteceu comigo
Ok, então eu me lembrei dessa situação que aconteceu há uns três anos, me deu remorso e fiquei com vontade de me confessar. Fui até a Igreja, procurei o padre, ele me disse para rezar dez pai-nossos e cinco ave-marias.
Mentira, lógico que eu vim contar aqui.
Foi o seguinte. Eu tava voltando do estágio, fim de tarde, mais de seis horas, cansada e tal. Então eu tava andandoquasecorrendo pelas ruas, querendo chegar em casa logo. Dobro uma esquina e tinha um velhinho na minha frente, logicamente andando no ritmo dele. E na minha ânsia fui ultrapassá-lo, corretamente, pela esquerda. Dei seta e tudo.
Bom, por obra do destino o velhinho resolveu soltar um cuspão exatamente no momento que eu passava do lado dele. E claro que pro lado esquerdo também. E assim, eu não costumo cuspir pelas ruas, na verdade nem sei cuspir, só me babo quando tento, mas normalmente cuspes contêm catarro que é o que, imagino, dá 'estabilidade' pra saliva, sei lá. Não tenho gabarito para comentar sobre esse assunto. Só sei que levar um cuspe de propósito já deve ser humilhante, sem querer então... Nojo.
Enfim. O cuspe passou a milímetros de mim. É estranho você se sentir sortuda porque NÃO foi cuspida sem querer na rua, mas a vida tem dessas coisas. De qualquer jeito eu fiquei bufando de braveza. O senhor até fez menção de pedir desculpa, levantou a mão e murmurou alguma coisa. Eu segui em frente firme, forte e brava, sem nem olhar pra trás.
E depois, refletindo, fiquei com dó do velhinho. A minha esperança de que ele saiba usar um computador e acesse a internet não é muito grande, e a de que ele ainda por cima entre nesse blog tende a zero. Mas fica aqui o meu pedido público de desculpas.
Agora vou pro céu!
Mentira, lógico que eu vim contar aqui.
Foi o seguinte. Eu tava voltando do estágio, fim de tarde, mais de seis horas, cansada e tal. Então eu tava andandoquasecorrendo pelas ruas, querendo chegar em casa logo. Dobro uma esquina e tinha um velhinho na minha frente, logicamente andando no ritmo dele. E na minha ânsia fui ultrapassá-lo, corretamente, pela esquerda. Dei seta e tudo.
Bom, por obra do destino o velhinho resolveu soltar um cuspão exatamente no momento que eu passava do lado dele. E claro que pro lado esquerdo também. E assim, eu não costumo cuspir pelas ruas, na verdade nem sei cuspir, só me babo quando tento, mas normalmente cuspes contêm catarro que é o que, imagino, dá 'estabilidade' pra saliva, sei lá. Não tenho gabarito para comentar sobre esse assunto. Só sei que levar um cuspe de propósito já deve ser humilhante, sem querer então... Nojo.
Enfim. O cuspe passou a milímetros de mim. É estranho você se sentir sortuda porque NÃO foi cuspida sem querer na rua, mas a vida tem dessas coisas. De qualquer jeito eu fiquei bufando de braveza. O senhor até fez menção de pedir desculpa, levantou a mão e murmurou alguma coisa. Eu segui em frente firme, forte e brava, sem nem olhar pra trás.
E depois, refletindo, fiquei com dó do velhinho. A minha esperança de que ele saiba usar um computador e acesse a internet não é muito grande, e a de que ele ainda por cima entre nesse blog tende a zero. Mas fica aqui o meu pedido público de desculpas.
Agora vou pro céu!
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Mary F. tem 23 anos, medo de ets e vício por junk food. Bloga desde 2002. É advogada, ama seu namorado e adora viajar. Torce pro Santos Futebol Clube. Quer saber mais? Clique
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É Mary, coisas que acontecem nas ruas, isso já aconteceu com quase todos... e é um nojinhoo.
bj
As vezes não entendemos as pessoas, ou o que elas querem nos ensinar.
É isso depois de muito tempo vc aprendeu com ele.
Parabéns!
Adorei o seu blog.
abraços.
www.tatianemazala.zip.net
Adorei aqui, to seguindo e vou voltar sempre!
bjs
http://rebecarocha14.blogspot.com/
Rachei o bico!
Quem foi que disse que isso acontece com quase todos ai em cima?? Jesuisamado, sai fora!
haha!
Gostei do seu blog!